Archive for the ‘Universidade do Minho’ Category

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Enterro da Gata na Universidade do Minho Alunos preferem barracas dos seus cursos

May 21, 2007

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A escolha da barraca pelos alunos que frequentam o enterro da gata prende-se com a dos seus cursos.

O aluno do Curso de Licenciatura em Engenharia Informática, Joaquim Araújo, prefere frequentar a sua barraca de curso, pois: “É a melhor, gosto do som, do ambiente”.

A razão invocada pela maioria dos estudantes, questionados pelo ComUM, por frequentar a sua barraca é por ser a da sua licenciatura, e por estarem presentes os seus amigos.

Como explica o aluno do primeiro ano de Tecnologia e Sistemas de Informação, Manuel Rocha, “a barraca a que eu mais vou é à minha, é a que mais gosto, talvez por ser a barraca do meu curso”.

Existe, todavia, outros alunos que não hesitam em frequentar barracas diferentes, como é o caso da finalista de Economia, Daniela Santos que prefere a de Enfermagem. “ Gosto da de Enfermagem porque os shots são muito melhores e tem uma boa organização”, explica. 

Não estudantes preferem Face e Azeituna

Dos alunos não estudantes questionados as preferências dirigem-se para as barracas do Face e da Azeituna. Os estudantes do ensino secundário Ana Isabel e Eurico Cunha elegem a discoteca Face como detentora da melhor barraca. Da mesma opinião está o trabalhador Hugo Miguel Alves, que prefere a barraca do estabelecimento nocturno “porque a música lá que passa é muito boa”.

Para o licenciado em Sociologia pela Universidade do Minho, João Neves, a melhor barraca é da Azeituna. As pessoas que a frequentam e a música criam condições para um bom ambiente, revelou.

[ Sylvie Oliveira ]

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A venda de bebidas supera as expectativas

May 18, 2007

Enterro da gata encerra com Xutos e Pontapés

xutos.jpgA maioria das barracas ultrapassou, ontem, as expectativas relativamente à venda de bebidas. Segundo o estudante de engenharia civil e responsável pela barraca 20-30, Pedro Martins, a noite foi “mais lucrativa do que os restantes dias”, explicando que as “ pessoas vêm afogar as mágoas por ser o último dia”.

O concerto dos Xutos e Pontapés foi positivo para a venda de bebidas alcoólicas, pois foi uma noite em que se “vendeu mais do que o previsto”, revela o responsável pela barraca de Tecnologias e Sistemas de Informação (TSI), Diogo Gonçalves Soares. Em declarações ao ComUM, a estudante de Medicina afirma ter reabastecido a “tenda duas vezes durante a noite”, o que considera ser “bastante elevado”.

 A barraca de enfermagem não excedeu a quantidade de álcool desejada, considerando que não se “vendeu muito durante o enterro da gata”. De acordo com o membro da organização Carla Lobo, a última noite foi “mais lucrativa” quando comparada aos restantes dias, apesar de não ter alcançado o objectivo de venda pretendido.

“Não há muito controle relativamente à venda de álcool para menores”

Controlar a venda de bebidas alcoólicas a jovens com uma idade inferior a 16 anos torna-se uma tarefa difícil para os membros das barracas de curso. “Nenhuma identificação é pedida aos jovens”, esclarece o responsável pela barraca de Engenharia Mecânica, Nuno Alves.

Os alunos presentes nas barracas tentam identificar os menores pela aparência física. “O controle deveria ser efectuado à entrada, onde os menores fossem devidamente identificados”, confessa a responsável pela barraca de Medicina.

“É muito caro comprar as bebidas à Associação Académica da Universidade do Minho”

As bebidas vendidas pelas barracas de curso devem ser compradas à Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), diminuindo o lucro realizado por cada curso.
 
“Ao longo dos anos, o enterro da gata vai ficar a perder em termos de barracas de curso devido ao preço elevado das bebidas. As barracas profissionais estão a aumentar progressivamente”, alerta a responsável pela barraca de Economia, Alicia Branco.

Artigo publicado no ComUM: http://www.comumonline.net/noticia.asp?id=2123

[foto: http://student.dei.uc.pt]

[ Catarina Dias ]

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Moradores do Campus de Gualtar solicitam informações do reitor da Universidade do Minho

May 14, 2007

UM  quer despejar os moradores

moradores-do-campus-de-gualtar-3.jpgA reitoria da Universidade do Minho ainda não informou os moradores do “potencial despejo” das casas juntas à cantina, no Bairro do Sol. Em entrevista ao ComUM, o morador, Domingos Moreira da Silva, afirma que a academia minhota tem a obrigação de informar os inquilinos e os proprietários sobre os eventuais projectos.

Os moradores não dispõem de qualquer tipo de informação sobre o eventual despejo, o que os coloca numa situação de “incerteza constante”. Nenhum prazo foi estipulado por parte da academia minhota. “Nós vamos sair, mas a universidade ainda não avisou ninguém”, reforça Domingos Moreira da Silva.

“Nunca fui pressionado, mas espero que esta instituição reconheça o tempo e a vida que vamos deixar cá”, confessa.
 
Os moradores acreditam que a universidade tem a obrigação de esclarecer as pessoas envolvidas para permitir uma organização e mentalização prévia. Uma carta da reitoria para abandonar o local não é suficiente, pois é necessário conversar para chegar a um acordo, afirma uma moradora. Domingos Moreira da Silva confessa que alguns vizinhos foram alertados através de uma carta.

Moradores consideram que as propostas da UM são fracas

Nenhuma proposta de compra foi estabelecida pela Universidade do Minho. Os proprietários das últimas casas destruídas receberam “propostas irrisórias”, explica o morador Domingos Moreira Silva. Para um terreno de 200 metros quadrados, a primeira oferta foi de 9000 euros, o que é “incompreensível visto que um terreno no Campus de Gualtar adquire um grande valor”, reforça Augustina Gomes. 

“Quando for a minha vez, não vou aceitar uma proposta qualquer”, afirma Teresa Jesus Vieira Rodrigues da Silva.

Um vizinho antigo recebeu uma proposta de cerca de 19 000 euros por cerca de 200 metros quadrados, enquanto que outro foi indemnizado com 45 000 euros. Uma oferta de cerca de 20 000 euros por um terreno no Campus de Gualtar “não é dinheiro, é uma roubalheira que a universidade está a fazer aos moradores”, contesta Moreira Silva.

“O valor da casa e do terreno são dois valores distintos e a universidade só quer pagar um deles”, avança Moreira Silva.

Moradores mostram-se insatisfeitos

Os moradores consideram que a atitude da academia minhota é “injusta”. Teresa da Silva mostrou-se preocupada com a sua eventual ‘saída de casa’, considerando que “não tendo dinheiro para comprar uma casa”, terá que alugar um apartamento.

O despejo dos moradores é para o “bem comum e o desenvolvimento da sociedade”, mas também é evidente que “qualquer oferta é muito fraca”, confessa Augustina Gomes.

“Eles fizeram pouco dos vizinhos despojados porque, para além, de oferecer um montante miserável pela propriedade, a construção de novos complexos faziam abanar as casas e produziam uma quantidade excessiva de pó”, sustenta uma moradora que não quiz identificar-se.

Em declarações ao ComUM, Maria da Conceição Moreira afirma que a academia minhota deveria comprar um espaço para juntar os moradores. “A estratégia deles é enviar poucas pessoas para que o impacto seja mais fraco. Nós vamos resistir e lutar por aquilo que é nosso”, acrescenta.

Artigo publicado no ComUM: http://www.comumonline.net/noticia.asp?id=2087

[foto: Catarina Dias/ ComUM]

[Catarina Dias]

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Programa de prevenção de ansiedade na Universidade do Minho

May 9, 2007

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Em entrevista ao ComUM e 25ª Hora, Bruno Aragão e Raquel Ferreirinha falam sobre o Programa Ansiedade.

Ajudar os estudantes a reconhecer, lidar e gerir os momentos de ansiedade é o objectivo a que se propõem dois estudantes do 5º ano de Psicologia da Universidade do Minho, Bruno Aragão e Raquel Ferreirinha, com o Programa Ansiedade. Todos os estudantes se podem inscrever gratuitamente.

25ª Hora – Por quem é organizado o programa ansiedade?
Bruno Aragão (BA) – É organizado pelos dois, como actividade de estágio, e supervisionado pela professora Eugénia Fernandes.

A quem se destina?
Raquel Ferreirinha (RF) – Destina-se principalmente a estudantes universitários mas qualquer pessoa se pode inscrever, havendo posteriormente um processo de triagem.
BA – Este é um programa de prevenção, não visa, portanto, tratar pessoas que possuam alguma patologia ou perturbação de ansiedade.

Como vai funcionar? É gratuito?
BA – É um programa de intervenção em grupo, absolutamente gratuito. Ainda não está definido se as sessões vão ser semanais ou bi-semanais, tudo depende da disponibilidade dos participantes e das características do grupo.

Como surgiu a ideia de criar este programa?
BA – Em primeiro lugar não queríamos trabalhar uma patologia mas escolher uma característica que é comum na sociedade. Todos temos ansiedade e ainda bem. Reconhecendo que há picos e variações de ansiedade, por que não trabalhar isto de uma forma preventiva?
O problema não é medir o nível de ansiedade num dado momento mas saber se a pessoa é capaz de a identificar, gerir e eventualmente aproveitar as vantagens que ela possa trazer.

Que tipo de ansiedade visa o programa tratar?
BA – Toda e não exclusivamente aquela que antecede os exames. Ainda que para os estudantes universitários esse seja o momento em que se registam maiores picos de ansiedade.

Os alunos já tinham solicitado este tipo de auxílio?
BA – Sim, a maior parte dos pedidos que aparecem no Serviço de Consulta Psicológica de estudantes da Universidade do Minho anda à volta desta temática. A ansiedade não é uma perturbação ou problema, tirando obviamente os casos extremos.

É possível definir a fronteira a partir da qual a ansiedade passa de “normal” a “patológica”?
BA – Existem alguns índices e momentos de avaliação que permitem responder com alguma clareza se estamos ou não perante uma ansiedade patológica. A ansiedade é um contínuo, muito difícil de “cortar”, a menos que sejam casos extremos, que são fáceis de identificar por avaliação clínica. Este programa visa eliminar esse ponto de ruptura. Não há ansiedades melhores ou piores mas ansiedades com determinadas características e consequências.

Quais são os sintomas mais comuns da ansiedade?
RF – Isso varia muito de pessoa para pessoa. Tanto pode ocorrer a nível cardíaco (respiração ofegante) como a nível digestivo (dores de barriga, vómitos, desmaios), entre outros.

Existem algumas estratégias para as pessoas minimizarem ou controlarem a ansiedade?
BA – Hoje em dia há uma grande confusão e mistificação em volta do que é a ansiedade e do que se tem de fazer para a controlar. Existem de facto algumas estratégias, como por exemplo, o relaxamento muscular, que não tem nada de místico. Uma das características da activação fisiológica é a tensão muscular. Mais do que estratégias para lidar, o que ajuda sobretudo é perceber o que se está a passar. Não há soluções para todos. Nunca se procura que não haja ansiedade, isso não existe. Até porque a ansiedade pode ser benéfica em determinados momentos como quando temos, por exemplo, prazos a cumprir. Neste caso, a ansiedade incita a pessoa a despachar-se.

Quais são as maiores dificuldade e riscos que um programa destes comporta?
BA – Há um problema quando se fazem programas de prevenção: as pessoas não sentem necessidade de o fazer. Ninguém se lembra de vir fazer um programa de prevenção se não sente nada. Primeiro porque há algum desconhecimento e depois por que não há esta percepção de necessidade, o que limita sempre o número de inscritos. E há um risco: as pessoas que estão mais atentas a este tipo de programas são as pessoas que estão nos extremos. Daí a necessidade da triagem pois não vamos oferecer um formato de intervenção a uma pessoa que precisa de outro.
RF – As pessoas que manifestam mais sintomas são precisamente aquelas que tem mais problemas em identificar do que se trata.

Qual o objectivo final deste programa?
RF – O ideal seria o grupo aprender a reconhecer e lidar com a ansiedade.

As inscrições podem ser feitas para o email: programa.ansiedade@gmail.com

Imagem: cedida pelos entrevistados

[Eduarda Sousa]

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A escola da infância torna-se num trabalho para as crianças

April 27, 2007

jardim-de-infancia.jpgA escola para a infância torna-se o início do ensino, onde tudo tem um dever educativo. Nas palavras da Investigadora da Universidade de Paris 13, Natalie Rouscous que realizou ontem uma conferência na UM, a noção de lazer é remetida para as actividades exteriores.

As escolas de infância francesas (maternel), insere crianças dos três aos seis anos e já existe uma perspectiva educativa. Como explicou Natalie Rouscous, na “Conferência L’enfance, loisirs et ateliers des temps librés”, as actividades são transformadas num exercício e têm sempre uma finalidade educativa. Neste contexto “o lazer configura-se numa actividade fora da escola”.

O método pedagógico utilizado consiste na relação de professor-aluno, na qual o professor ensina e o aluno aprende. Assim “as acções são conduzidas, tudo é dirigido pelo educador que depois avalia os resultados”. O principal serviço que desempenham é a preparação da escola primária, e a escola torna-se uma obrigação.

O termo ‘lazer’ é utilizado para evitar a associação entre trabalho e infância. “Era dizer que a criança é próxima do adulto, era conferir-lhe um maior relevo e um lugar específico”, esclarece a investigadora. A ideia de que a criança realiza um trabalho e não um tempo sem constrangimento (lazer) é rejeitada.

Em declarações ao Comum online, Natalie Rouscous confessa que o lazer nunca vai ser integrado nas escolas francesas. “As escolas pensam que o lazer passa-se no exterior. Era necessário rever a maneira de pensar a educação”.

Para a investigadora, a principal razão para esta situação é o papel da criança na nossa sociedade. As crianças têm de aprender para se transformar em adultos desde a sua infância. “ Em vez de ver um actor social na criança, já percepcionam o adulto em desenvolvimento”, conclui.

O caso da Suécia

Na Suécia existe uma única instituição que acolhe as crianças entre um a seis anos. No sistema sueco acredita-se que a criança tem competências próprias, pelo que as actividades não são pensadas como um modo de constrangimento.

Não existe a necessidade de um programa de exercícios, “as crianças livres constroem o seu saber autónomo”. Assim a questão do lazer só aparece depois dos seis anos com actividades extra-escolar.

Fraca adesão estudantil

O professor e organizador do acontecimento Manuel Sarmento lamentou a fraca participação estudantil à conferência. “Apesar da divulgação, os estudantes não aproveitam muito, é uma pena. A adesão é sobretudo de alunos de Pós-graduação”, explica.

Imagem: Francisca Fidalgo/ComUM

Também disponível em: http://www.comumonline.net/noticia.asp?id=1897
 

[ Sylvie Oliveira ]

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Educação não tem mestrado integrado

April 19, 2007

 IX Jornadas de Educação

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No segundo dia da IX Jornadas de Educação, o debate centrou-se no 2º ciclo do curso e nas novidades que vem proporcionar o processo de Bolonha. O docente da Universidade do Minho, Licínio Lima garantiu que em Educação não existe mestrado integrado porque não está previsto legalmente.

“ O mestrado integrado é uma excepção e não uma regra”, explica Licínio Lima. Se o antigo mestrado, que era parcialmente financiado, equivalia a um aumento de 50 por cento das propinas, a preocupação centra-se no valor das propinas para o 2º ciclo já que não serão financiadas.

Para os licenciados que concluíram no antigo regime, fica a dúvida sobre a possibilidade de ter equivalência para o segundo ciclo. “A universidade não pode considerar uma equivalência automática, mas é impensável refazer o 2º ciclo todo”, confessa o docente.

Assim a solução passaria por um meio-termo que garantisse “uma situação prestigiada para os estudantes”

 “ O 2º ciclo tem vocação profissionalizante,”

Licínio Lima garante que só o segundo ciclo garante cargos superiores, mas o mercado pode aceitar alunos detentores só do primeiro ciclo. O segundo ciclo vai servir como meio de aprofundamento à formação numa determinada área. “Não se pode fazer em três anos o que se fazia em quatro e meio”, confessa.

Quem frequentar o 2º ciclo poderá optar por três áreas: “Formação, trabalho e recursos humanos”, “Educação de adultos e Intervenção comunitária” e “Mediação Educacional e suspensão na formação”.

[ Sylvie Oliveira]

[ Imagem: iep.uminho.pt ]

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Jornalistas são imprescindíveis na mediação entre informação e público

March 29, 2007

jornadas55.JPG«Futuro sem intermediário?» foi o tema que o 3º painel de convidados debateu, no primeiro dia das «X Jornadas de Comunicação Social», a 27 de Março, na Universidade do Minho, em Braga. Os quatro convidados acreditam que o papel de mediador, exercido pelo jornalista, entre a notícia e o público, é indispensável.

A sessão contou com a presença do editor do Público On-line, Sérgio Gomes, o chefe de redacção da Rádio Renascença, Pedro Leal, o editor do Jornal de Notícias, Paulo Ferreira, e o repórter da RTP, Luís Miguel Loureiro, em substituição de José Alberto Carvalho. A moderação esteve a cargo do professor de Jornalismo na Universidade do Minho, Manuel Pinto.

«Tem de haver necessariamente um intermediário senão o jornalista deixaria de existir e seria tudo uma anarquia», refere Sérgio Gomes. O jornalista acredita que já poderíamos estar muito à frente no ciberjornalismo se os grandes órgãos de informação tivessem apostado na internet. Para o editor, «a internet veio desassossegar o jornal papel», daí a necessidade de incorporar todo o material que um jornal possa produzir na rede.

Aposta publicitária na Internet muito fraca

Para Pedro Leal, «os media tradicionais já não controlam a informação». «Ainda não fazem grandes investimentos na Internet porque a aposta publicitária continua a ser muito reduzida», afirma.

Há cerca de dois anos a Rádio Renascença reposicionou-se no mercado e o site oficial ajudou na construção de uma «identidade visual da estação», refere o radialista. «A rádio já não pode estar numa só frequência, tem de estar onde está a audiência, ou seja, nos computadores», acrescenta. Pedro não acredita num futuro sem intermediário: «Vão ser precisos mais, dispersos em mais áreas».

Dar voz ao cidadão repórter

Paulo Ferreira acha que o risco de deixar de haver intermediário existe mas é muito precipitado o anúncio da sua morte. O jornalista salienta a importância de «potenciar o cidadão repórter» embora reconheça o «desinteresse das pessoas em relação à informação».

Luís Miguel Loureiro também partilha da ideia que os intermediários continuarão a ser imprescindíveis na comunicação social. O problema do jornalismo foi, segundo o repórter, «ter-se deixado apanhar pela tecnologia sem ter tido tempo de reflectir sobre ela». Quanto ao futuro, o profissional da RTP, acha que a televisão apostará mais nas emissões em directo e na diminuição das reportagens.

Manuel Pinto finaliza a conferência com a ideia de que são precisos cada vez mais intermediários mas não a qualquer preço.

[Eduarda Sousa]

[Foto: Catarina Dias/ 25ª Hora]